Estudo das Formigas por C. Roberto F. Brandão

beto Esta página pretende divulgar os trabalhos sobre diversos aspectos do estudo das formigas já realizados e os em andamento, junto à coleção de Hymenopte

O pano de fundo, referência e principal objetivo que norteiam e nortearam a grande maioria destes trabalhos é a coleção, resultado do esforço somado de dezenas de pesquisadores ao longo dos mais de 100 anos de história do acervo, entre eles os principais especialistas no estudo de formigas no Brasil até a década de 70.

ra do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

Estudos Especiais

 

Divisão de trabalho em operárias de Formica perpilosa
· Etogramas seqüênciais ao longo do desenvolvimento colonial de
Odontomachus affinis
· Inquilinismo incubatório entre Squamata e a cortadeira
Acromyrmex
· Perda de rainhas verdadeiras em
Megalomyrmex
· Simbiontes intestinais e trafaláxis abdominal em Cephalotini
· Organização social em
Ectatomma permagnum
· Química dos venenos alcalóides de Megalomyrmex
· Predação e fechamento de mandíbulas e
Acanthognathus rudis
· Depilação de presas miriápodos Polixenidae p/ formigas
Thaumatomyrmex mutillatus
· Biologia da formiga predadora de ovos de Diplopoda,
Stegomyrmex vizottoi
· Biologia reprodutiva da formiga sem rainha Dinoponera

· Biologia de 3 espécies do gênero
· Conteúdo de
glandula mandibular em membros de colônia de D.australis
· Morfologia e ultraestrura da
glândula pigidial de D. australis
· Inquilinismo em ninhos de D. australis por uma espécie de Pheidole

· Competição por carcaças por Blepharidatta e evolução da simbiose fungos e formigas

· Fragmose intraninho por rainhas de B. conops
· Distribuição de ninhos e
competição por carcaças em B. conops
· Cronobiologia de B. conops

· Comportamento fóssil de Technomyrmex

Preservação de Coleções

O Código Internacional de Nomenclatura Zoológica preconiza que a descrição de uma nova espécie deve ser acompanhada do depósito do material que embasou tal descrição em uma instituição oficial, não necessariamente um museu, mas estas são as instituições que melhor podem garantir a preservação das coleções por terem isto como um dos seu mais importantes objetivos.
A montagem de uma coleção partindo da estaca zero permite a tomada de decisões importantes já no início da formação do acervo. Por exemplo, não faz mais muito sentido coletar a esmo, sem seguir uma racional, que pode ser definida de várias formas, previlegiando uma determinada formação vegetal ou domínio morfo-climático, um certo segmento da fauna ou mesmo uma técnica de coleta. Coleções sobre temas bem definidos podem ser mais informativas que um acervo geral adquirido a partir de coletas não sistematizadas.
Para coleções formadas pela junção de diversos acervos pré-existentes, onde não houve oportunidade de se influenciar na sua formação, a primeira tarefa é conhecer a coleção determinando sua representatividade em relação a parâmetros escolhidos, tais como, municípios ou formações representadas, o que exige muitas vezes uma organização inicial do material. Com base neste conhecimento pode-se então passar à uma fase de ampliação, procurando agora completar lacunas na coleção tanto de representatividade geográfica quanto ecológica, escolhendo os métodos mais adequados para esta tarefa.
No caso de coleções de insetos, deve-se levar em conta que são extremamente abundantes e diversificados na maioria dos ecossistemas terrestres. A montagem de uma coleção representativa de um certo local ou habitat deve forçosamente empregar diversas técnicas de coleta e mesmo assim, a experiência mostra que cada vez que um novo método é empregado, novas espécies ou ainda seguimentos inteiros da fauna são somadas à coleção.
O preparo e conservação do material coletado é a garantia de que pesquisadores no futuro poderão utilizar os dados coligidos. Para tanto, um boa montagem que evidencie os caracteres mais utilizados na taxonomia do grupo e feita de forma padronizada, é fundamental. Mesmo a posição dos exemplares, isto é, todos com a cabeça voltada para o mesma direção, por exemplo, o que pode parecer trivial na verdade não é, pois permite o exame de vários exemplares sob as mesmas condições possibiltando ainda comparações.
Um cuidado especial deve ser dedicado aos rótulos e informações de campo referentes aos exemplares da coleção. Não será possível alterar estas informações no futuro e delas podem depender decisões importantes, portanto quanto mais informações associadas aos espécimens melhor, desde que seja possível recuperá-las. Nos rótulos devem vir, no mínimo, dados sobre a localidade, coletor e data de coleta, evitando-se descrições de localidades imprecisas ou que possam mudar como o tempo, com Km tal da estrada tal. Se possível é aconselhável que o rótulo traga indicações precisas sobre o local de coleta, incluindo coordenadas e os métodos usados para obtenção daquela amostra. Informações mais detalhadas sobre, por exemplo, tipo de ninho, plantas hospedeiras, parasitas, predadores, etc., devem ser anotadas em livro próprio, mantido junto à coleção. O mesmo cuidado dispensado aos exemplares deve ser dado a estes registros.
No Brasil muitas vezes a preservação das coleções exige cuidados na manutenção de um ambiente com umidade e temperaturas controladas. O perigo disto é que uma falta de energia pode alterar rapidamente estas condições, o que é pior para os espécimens do que a livre flutuação destes parâmetros. Acomodar exemplares em caixas de papelão dentro de gavetas de madeira bem fechadas, dentro de armários, pode resolver os problemas de conservação sem a necessidade de controle ambiental.
A disposição dos espécimens no acervo deve facilitar o acesso e exame contínuo do material, não só para permitir seu estudo, mas para fins de controle. Nada como o uso constante de uma coleção para detecção de problemas como fungos ou insetos, como dermestídeos e ácaros especializados em material armazenado. A ordem alfabética dos táxons, além de ser uma linguagem internacional, evita que a cada vez que a classificação de um certo táxon for alterada que a disposição do material também tenha que ser mudada.
Um outro aspecto fundamental é a literatura associada à coleção. Um acervo sem bibliografia perde muito valor. Portanto não só a presença de uma boa biblioteca sobre o tema da coleção, mas também sua condição de armazenamento e catalogação são ferramentas preciosas para o especialista. Juntar este material é tarefa de longo prazo, mas sua ordenação é trabalho quotidiano e tão importante quanto qualquer outro.

Criação

A manutenção de formigas em cativeiro é fundamental para a observação de comportamento em condições controladas. Com este objetivo implantamos no laboratório de estudo de formigas e outros Hymenoptera do Museu de Zoologia da USP uma rotina de criação, acompanhamento e observação adequada à diversas espécies de formigas.
Utilizamos tubos de ensaio para transporte das colônias até o laboratório, mas muitas espécies podem ser ai mantidas por tempos mais longos. Os tubos tem dimensões de cerca de 20 cm por 3 de diâmetro; preenchemos com água (preferencialmente destilada) até cerca de 3cm do fundo, mantida separada do resto por um chumaço de algodão compactado. Se o algodão estiver muito compacto, as formigas não poderão obter a umidade que necessitam; se estiver muito frouxo a água passará pelo algodão inundando o espaço onde elas são mantidas.
Outro chumaço de algodão fecha o tubo na sua boca; desta forma sobrea um espaço entre os dois chumaços, que abriga as formigas. Esta área é recoberta por papel celofane vermelho, já que a maioria dos insetos não enxerga neste comprimento de onda e portanto a observação sob iluminação não é prejudicada.
Ninhos em tubos são especialmente indicados para a manutenção de rainhas recém-fecundadas de espécies cujas rainhas não se alimentam nesta fase, mas a curvatura do vidro dificulta a obtenção de fotografias.
Ninhos de gêsso são pré-moldados são indicados para espécies que vivem em estruturas naturais rígidas e para colônias com muitos indivíduos. Moldamos as câmaras que queremos nos ninhos (de acordo com observações na natureza) com massinha de modelar, que colocamos sobre o fundo de um recipiente com o tamanho total do ninho a ser construído, despejando então o gêsso, que pode receber argila na sua composição, sobre os moldes. Após cerca de 1 hora desinformamos, retiramos a massinha e cobrimos as câmaras com vidro. A câmara que servirá de abrigo permanente à colônia recebe vidro pintado de tinta acrílica vermelha e nunca é aberto. A câmara que servira de arena recebe um vidro que pode ser retirado a cada vez que alimento for oferecido.

Pesquisadores da Seção de Hymenoptera do Museu de Zoologia da USP .

Atribuição ou Trabalho em desenvolvimento

Nome

e-mail

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Curador da Coleção de Hymentoptera Prof. Dr. Carlos R. F. Brandão crfbrand@usp.br .
Mutillidae Márcio Andrei Guimarães maguim@ib.usp.br http://www.ib.usp.br/
Sphecidae Sérvio T. P. Amarante serviopa@usp.br .
Vespidae Orlando T. Silveira silveira@marajo.ufa .
Levantamento de Formicidae em Mata Atlântica Christiane I. Yamamoto christy@ib.usp.br http://www.ib.usp.br/
Levantamento de Formicidae em Cerrado Rogério Rosa da Silva rrsilva@ib.usp.br http://www.ib.usp.br/
Revisão de Octostruma (Basicerotini) Bodo Hasso Dietz bhdietz@ib.usp.br http://www.ib.usp.br/

 

Como Funciona e Como Fazer o Registro nas Publicações Bioline

Todos os títulos e resumos de documentos estão disponíveis para navegar ou pesquisar gratuitamente. O texto completo e gráficos associados de material de interesse podem ser solicitadas on-line, na sequência do registro.

O número de código, o tamanho de cada arquivo e o preço do documento único são indicados no resumo. O texto completo e imagens associadas podem ser vistos online ou encomendados para entrega de e-mail, selecionando o número de código.
Alguns dos arquivos gráficos podem ser grandes e cuidado deve ser tomado para que eles possam ser acomodados sem dificuldade. Todos os arquivos maior do que 64K será dividida automaticamente para fins de transmissão.

biolne
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Cadastro Brasileiro sobre Herbários – CNPq

 

O banco de dados sobre os Herbários Brasileiros é o resultado de um levantamento realizado pela Coordenadoria de Ciências Biológicas – Área de Botânica da Superintendência de Ciências da Vida, Diretoria de Ciência e Tecnologia, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnólogico.

herbario2s

Informações Disponíveis:

  • Dados Cadastrais: Nome, Sigla, Curador, Endereço
  • Principais Objetivos
  • Linhas Gerais de Atuação
  • Descrição Quantitativa das Coleções do Herbário
  • Equipe
  • Intercâmbio

Maiores informações acesse: CNPq.

Lista de Aves do Brazil – Ibama

* Accipitridae
Accipitridae

* Alcedinidae
Alcedinidae

* Anatidae
Anatidae

* Anhingidae
Anhimidae

* Apodidae
Apodidae

* Aramidae
Aramidae

* Ardeidae
Ardeidae

* Bucconidae
Bucconidae

Para maiores informações entre em contato conosco para inserir novos cadastros.
Logo a baixo o restante da lista sem imagens para consulta e cadastro de espécies:

* Burhinidae
* Capitonidae
* Caprimulgidae
* Cariamidae
* Cathartidae
* Charadriidae
* Ciconiidae
* Cochleariidae
* Coerebidae
* Columbidae
* Corvidae
* Cotingidae
* Cracidae
* Cuculidae
* Dendrocolaptidae
* Diomedeidae
* Eurypygidae
* Falconidae
* Formicariidae
* Fregatidae
* Fringillidae
* Furnariidae
* Galbulidae
* Haematopodidae
* Heliornithidae
* Hirundinidae
* Hydrobatidae
* Icteridae
* Jacanidae
* Laridae
* Mimidae
* Momotidae
* Motacillidae
* Nyctibiidae
* Opisthocomidae
* Oxyruncidae
* Pandionidae
* Parulidae
* Pelecanidae
* Phaethontidae
* Phalacrocoracidae
* Phalaropodidae
* Phasianidae
* Phoenicopteridae
* Picidae
* Pipridae
* Ploceidae
* Podicipedidae
* Procellariidae
* Psittacidae
* Psophiidae
* Rallidae
* Ramphastidae
* Recurvirostridae
* Rheidae
* Rhinocryptidae
* Rostratulidade
* Rupicolidae
* Rynchopidae
* Scolopacidae
* Spheniscidae
* Stercorariidae
* Strigidae
* Strildidae
* Sulidae
* Sylviidae
* Tersinidae
* Thraupidae
* Threskiornithidae
* Tinamidae
* Trochilidae
* Troglodytidae
* Trogonidae
* Turdidae
* Tyrannidae
* Tytonidae
* Vireonidae

Catálago de Controle Biológico Brasileiro

O presente Catalogo de Instituições Brasileiras que Trabalham em Controle Biólogico de Insetos resultou de um levantamento efetuado no decorrer de 1992, realizado no ambito do Projeto Multinacional de Biotecnologia e Alimentos, sob os auspicios da Organizacao dos Estados Americanos-OEA.

biocontrol

O objetivo central deste trabalho e reunir as informaçõess relacionadas as especies-alvo, aos agentes de controle biologico, ao pessoal envolvido, com a sua respectiva formacao e aos projetos que se encontram em execucao nos 127 laboratorios considerados.

Tais informaçoess, quando analisadas de forma agregada, permitirão a definicao de diretrizes para o controle biologico de insetos, a priorizacao de atividades e projetos, o estabelecimento de programas conjuntos de pesquisa, de desenvolvimento e de assistencia tecnica bem como o delineamento das necessidades de formacao de recursos humanos para atuacao nas instituicoes publicas e particulares, nesse tema que a cada dia se torna mais e mais importante.

O trabalho de campo foi feito pelos proprios autores entre julho e setembro de 1992, atraves de entrevistas “in loco”, utilizando um questionario especialmente desenvolvido para este fim.

CENARGEN/EMBRAPA

Jose Manuel Cabral de Sousa Dias
Carmen Silvia Soares Pires
Bonifacio Peixoto Magalhaes
Eliana Maria Gouveia Fontes
e-mail: user@cenargen.embrapa.br

Telefone (061) 2730100
Telefax (061) 2743212

Lista de Nomes dos Banco de Dados Ambiental Tropical

Busca nos bancos de dados por espécies
Permite buscar em todos os bancos de dados uma determinada espécie

Acaros do Estado de São Paulo
Informações sobre as espécies de ácaros registradas no Estado de São Paulo, indicando as referências relativas a cada informação apresentada. O trabalho está fundamentado em uma catalogação da literatura sobre ácaros da América do Sul, que vem sendo conduzido por Carlos.H.W. Flechtmann desde 1969, e da literatura sobre ácaros da família Phytoseiidae, que vem sendo conduzida por Gilberto J. de Moraes desde 1983.

mapa dados

Arboretos Brasileiros
Cadastro de arboretos brasileiros: informações sobre o arboreto, as principais espécies nativas e exóticas cultivadas e linhas de pesquisa.

Aves do Amapá
Listagem de aves ocorrentes do Estado do Amapá. Regiões estudadas: cerrado, litoral, Macapá e Serra do Navio

Aves do Distrito Federal
Com intuito de conhecer melhor a biologia das espécies de aves da região este banco de dados apresenta novos registros, dados biológicos, aspectos reprodutivos, migração e status de conservação.

Aves e Flora do Parque Estadual da Cantareira
Registros da flora e avifauna do Parque Estadual da Cantareira, sob administração da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo .

Banco de dados – Ácaros do Estado de São Paulo
Registros de ácaros do Estado de São Paulo com informações sobre gênero e designação específica, autor e ano da descrição e família a que pertence. Alguns registros também contém informações sobre o substrato onde foram encontrados.

Bibliografia
Contém 186 referências bibliográficas sobre o Jacaré de Papo Amarelo, Caiman latirostris

Bibliografia sobre revisões taxonômicas das famílias e gêneros de espécies arbóreas da Mata Atlântica
Referências bibliográficas sobre revisões taxonômicas das famílias de espécies arbóreas ocorrentes na Mata Atlântica.

Catálogo da Coleção de Culturas Tropical
Contém o acervo da Coleção de Culturas Tropical

Catálogo de Instituições Brasileiras que trabalham com Controle Biológico de Insetos
O presente Catalogo de Instituicoes Brasileiras que Trabalham em Controle Biologico de Insetos resultou de um levantamento efetuado no decorrer de 1992, realizado no ambito do Projeto Multinacional de Biotecnologia e Alimentos, sob os auspicios da Organizacao dos Estados Americanos-OEA.

Catálogo Nacional de Linhagens: Algas
O nome da linhagem é seguido pelo nome do autor, sigla da coleção, procedência, equivalência em outras coleções e forma de preservação.

Catálogo Nacional de Linhagens: Bactérias
O nome da linhagem é seguido pelo nome do autor, sigla da coleção, procedência, equivalência em outras coleções e forma de preservação.

Catálogo Nacional de Linhagens: Coleções
Este levantamento nacional realizado no Brasil nos anos de 1988/89. Como resultado desse levantamento foi criado o Programa Setorial de Coleções de Culturas (PSCC) pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Catálogo Nacional de Linhagens: Fungos e Leveduras
O nome da linhagem é seguido pelo nome do autor, sigla da coleção, procedência, equivalência em outras coleções e forma de preservação.

Catálogo Nacional de Linhagens: Protozoários
Dados sobre as Coleções de Culturas Brasileiras. O nome da linhagem é seguido pelo nome do autor, sigla da coleção, procedência equivalência em outras coleções e forma de preservação.

Catálogo Nacional de Linhagens: Vírus
Dados sobre as Coleções de Culturas Brasileiras. O nome da linhagem é seguido pelo nome do autor, sigla da coleção, procedência, equivalência em outras coleções e forma de preservação.

Centros Integrados de Biotecnologia – CINTEBIO
As informações disponíveis incluem: dados cadastrais, infraestrutura, histórico, áreas de atuação, trabalhos realizados, serviços prestados, empresas para as quais realizam trabalhos ou pesquisas, intercâmbios, patentes e publicações.

Cestoides marinhos registrados para o Brasil
Banco de dados dos cestóides marinhos registrados para o Brasil, seus respectivos hospedeiros, locais de ocorrência e referências.

Chave de Identificação Botânica
Chave de identificação botânica de espécies arbóreas ocorrentes na Estação Ecológica dos Caetetus. Chave baseada apenas em características vegetativas das espécies levantadas.

Cheliceriformes marinhos reportados para a Costa Brasileira
Banco de dados com 63 espécies do Filo Cheliceriformes com ocorrência no litoral brasileiro.

Coleções de Culturas Microbianas com Informação Online
Este banco de dados contém informação sobre coleções de culturas microbianas do mundo. O registro online será implementado brevemente.

Coleções Zoológicas Brasileiras
Levantamento das coleções zoológicas brasileiras, realizado no decorrer do ano de 1995 dentro do projeto “Biodiversidade: Perspectivas e Oportunidades Tecnológicas”

Consolidação da Legislação Ambiental Brasileira
Com o objetivo de consolidar a legislação dos ramos mais significativos do direito brasileiro, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados constituiu Grupo de Trabalho para Consolidação da Legislação Brasileira, cujo Coordenador é o Sr. Deputado BONIFACIO DE ANDRADA.

Diretório Latino-Americano de Industrias em Biotecnologia
Este banco de dados é o resultado do Programa II – Geração e Transferência de Tecnologia do IICA, realizado através de colaboração entre IICA, ABRABI e IPT.

Echinodermata com ocorrência no Brasil
Este banco de dados é uma compilação das chaves de identificação das classes de Echinodermata citados no livro do Prof. Luiz Roberto Tommasi, disponível no endereço web:

Espécies arbóreas da Estação Ecológica dos Caetetus
Dados das espécies arbóreas ocorrentes na Estação Ecológica dos Caetetus

Espécies Arbóreas e Arbustivas da Mata Ciliar
Informações sobre as espécies arbóreas e arbustivas de mata ciliar e suas respectivas famílias; registro no herbário da UNICAMP (UEC); região de ocorrência; estrato que a espécie ocupa na mata e estágio sucessional.

Florestas Nacionais e Reservas Extrativistas
As Florestas Nacionais – FLONAS, são unidades de conservação de uso direto, criadas pelo governo federal e administradas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, sob a supervisão do Ministério do Meio Ambiente.

Fungos do Brasil – Registrados por Batista e Colaboradores

Herbários Brasileiros
Cadastro de herbários brasileiros: informações sobre o herbário, o acervo, equipe e linhas de pesquisa

Herbários Brasileiros – CNPq
Levantamento elaborado e realizado por Flávio Neves Bittencourt de Sá, Analista de C&T, no âmbito da Coordenadoria de Ciências Biológicas, da Superintendência de Ciências da Vida, Diretoria de Ciência e Tecnologia, do CNPq.

Holothuroidea (Echinodermata) registrados no litoral brasileiro
Banco de dados das espécies de Holothuroidea (Echinodermata) registrados no litoral brasileiro

IBSBF – Lista de Culturas Bacterianas
Lista de culturas bacterianas da Seção de Bacteriologia Fitopatológica do Instituto Biológico, Estação Experimental de Campinas

Intercâmbio internacional e quarentena de agentes de controle biológico e outros organismos
Este banco de dados refere-se ao relatório Intercâmbio internacional e quarentena de agentes de controle biológico e outros organismos, durante o período de 1991 a 1996, realizado pelo Laboratório de Quarentena “Costa Lima”.

Lista da Flora Ameaçada de Extinção no Brasil
Reúne informação da literatura sobre as espécies da flora brasileira ameaçada de extinção. Fontes: IBAMA, IUCN, Fundação Biodiversitas – MG, SEMA-PR e SMA-SP.

Lista das espécies ameaçadas de extinção da fauna do estado de Minas Gerais
A lista oficial contem 178 espécies de animais (DeliberaçãoCOPAM 041/95). O estado de Minas Gerais tornou-se assim o primeiro estado da união a contar com uma Lista de Espécies Ameaçadas de Extinção. Além dessa lista, foi criada também uma lista de espécies presumivelmente ameaçadas de extinção, contendo aquelas espécies que acredita-se estarem ameaçadas, mas cujas informações disponíveis não são suficientes para definí-las como tal.

Lista de Aves do Brasil
referências bibliográficas publicadas no país, adotando a ordem sistemática contida em Schauensee, 1975.

Lista dos Animais Ameaçados de Extinção
Trata-se de uma compilação de várias listas estaduais e nacionais da fauna brasileira ameaçada de extinção, apresentada em forma de Banco de Dados.

Listagem de espécies arbóreas ocorrentes na Mata Atlântica
Dados da literatura sobre as espécies arbóreas ocorrentes na Mata Atlântica

Listagem de Espécies da Flora do Cerrado
Espécies da flora de Cerrado do Estado de São Paulo.

Localidades utilizadas no banco de dados de espécies arbóreas da Mata Atlântica
Dados da literatura sobre as localidades da Mata Atlântica inventariadas

Mamíferos Brasileiros: uma coletânea bibliográfica
1986 referências, com ênfase em ecologia, comportamento e distribuição dos mamíferos brasileiros.

Municípios do Estado de São Paulo
Dados do Anuário Estatístico do Estado de São Paulo – 1995, apresenta em forma de banco de dados, os Municípios do Estado, sua Área, Altitude e Coordenadas Geográficas. Estas informações foram produzidas pela Fundação Seade – Sistema Estadual de Análise de Dados, onde estão disponíveis em forma de tabela.

NEMERTINEA MARINHOS REGISTRADOS NO LITORAL BRASILEIRO
Lista de espécies ocorrentes no litoral brasileiro de autoria de Cynthia Santos da USP/SP.

O Gênero Miconia Ruiz & Pav. (Melastomataceae) no estado de São Paulo
Banco de dados baseado na descrição das 53 espécies presentes na chave de identificação.

Produção de Folhedo em Mata Ciliar
Dados sobre produção de folhedo em Mata Ciliar no Estado de São Paulo

Projetos em Desenvolvimento na Estação Ecológica Juréia-Itatins
Espécies vegetais cadastradas e leveduras e fungos filamentosos isolados da Estação Ecológica Juréia-Itatins.

Publicações BDFF
Esta base de dados contém as publicações e teses do Projeto Dinâmica Biológica dos Fragmentos Florestais.

Publicações do Cemave
Referências bibliográficas dos trabalhos apresentados em congressos e publicados pela equipe do CEMAVE/IBAMA.

Publicações do Embrapa-CNPMA
Os pesquisadores do CNPMA/EMBRAPA publicaram diversos trabalhos relacionados com Controle Biológico, e neste Banco de Dados estão disponíveis 450 referências.

Quem e Quem em Acarologia
Dados cadastrais, titulação, área de atuação, trabalho realizado e linha de pesquisa sobre acarologia no Brasil.

Quem é Quem em Análise de Risco
Este banco de dados compõe-se de perfis de pesquisadores, no mundo, que desenvolvem pesquisas em controle biológico em geral, e em análise de risco especificamente.

Quem é Quem em Biodiversidade
Este banco de dados tem por objetivo promover a integração de pesquisadores atuantes nas mais diversas áreas de interesse para a temática “biodiversidade”

Quem é Quem em Botânica
Dados resultantes do levantamento realizado pela Sociedade Botânica do Brasil, SBB junto aos seus associados.

Quem é Quem em Educação Ambiental
Dados sobre endereço, público alvo, temas abordados, métodos utilizados, materiais produzidos e documentação disponível.

Quem é Quem em Entomologia
A informação disponível inclui: dados cadastrais, titulação, áreas de atuação e linhas de pesquisa. Também há indicação de pesquisadores aptos a identificarem gêneros e espécies, e Consultores em diversas áreas.

Recomposição da Mata Ciliar: banco de dados de espécies
Informações sobre as espécies indicadas para recomposição de mata ciliar.

Referências bibliográficas:inventários florísticos na Mata Atlântica
Referências bibliográficas sobre inventários de flora realizados na Mata Atlântica.

Referências Bibliográficas sobre Mata Ciliar do Estado de São Paulo
Lista de referências bibliográficas sobre mata ciliar do Estado de São Paulo

Referências Bibliográficas sobre o Cerrado
Cadastro de referências bilbiográficas sobre a vegetação do cerrado.

Seminários Qtrop-TB
As informações disponíveis incluem nome, instituição, cargo e áeas de atuação dos participantes.

SINBIOTA
Sistema de Informação Ambiental do Estado de São Paulo

Sistema Nacional de Anilhamento
Informações sobre os 442 pesquisadores autorizados a realizar anilhamentos no Brasil.

Zoológicos Brasileiros: censo de animais
Este banco de dados é o resultado do levantamento anual de animais silvestres em cativeiro no Brasil, realizado pela Sociedade de Zoológicos do Brasil (SZB) junto às instituições filiadas.

Zoológicos Brasileiros: diretório
Este banco de dados é o resultado de levantamento realizado pela Sociedade de Zoologicos do Brasil (SZB) junto às instituições filiadas. O banco de dados contém informações sobre os 120 zoológicos brasileiros cadastrados junto à SZB, incluindo endereço, responsáveis, especialidade e outras informações.

Para maiores Informações Entre em contato com nossa Equipe BDT

INPI

INIP – Registro de Marcas e Patentes

Entre Serviços do INPI, estão os de registro de marcas, Desenhos Industriais, Indicações geográficas, programas de computador e cadeia de topografias e averbações Concessões de patentes e contratos de franquia e dar diferentes formas de transferência de tecnologia.

INPI

INPI

Na economia do Conhecimento, estes direitos se transformam em Diferenciais competitivos, estimulando o surgimento permanente na oferta de identidades e métodos de Soluções para empresas e pessoas fisícas e etc.

O INPI é Composto pela sua Presidencia, Órgãos ligados e 3 diretorias:

  • Administração-DIRAD; Patent-DIRPA;
  • Marcas-Dirma; e Contratos,
  •  Indicações Geográficas e Registros-DICIG

RIO DE JANEIRO  – SEDE

Endereços:
Rua São Bento, 1 – Centro – RJ – CEP: 20090-010
Rua Mayrink Veiga, 9 – Centro – RJ – CEP: 20090-910
Praça Mauá, 7 – Centro – RJ – CEP: 20081-240
Telefone: (21) 3037-3000

Site Oficial: http://www.inpi.gov.br/BDT Informações Úteis INPI

Cestoides Marinhos Registrados para o Brasil

Banco de dados dos cestóides marinhos registrados para o Brasil, seus respectivos hospedeiros, locais de ocorrência e referências.


CESTOIDES MARINHOS2
CESTOIDES MARINHOS REGISTRADOS
Acanthobothrium dasybati
Amphigonophorus carvalhoi
Callitetrarhynchus gracilis
Callitetrarhynchus speciosum
Dasyrhynchus pacificus
Eutetrarhynchus vooremi
Floriceps saccatus
Grillotia sp.
Gyrocotyle meandrica
Nybelinia bisulcata
Nybelinia edwinlintoni
Nybelinia indica
Nybelinia lingualis
Nybelinia rougetcampanae
Nybelinia senegalensis
Otobothrium cysticum
Poecilancistrium caryophylum
Pseudolacistorhynchus noodti
Pseudotobothrium dipsacum
Pterobothrium crassicolle
Pterobothrium heteracanthum
Pterobothrium kingstoni
Rhinebothrium sp.
Tentacularia coryphaenae
 

Para maiores informações sobre este banco entre em contato com o autor:

Sérgio Luiz de Siqueira Bueno

Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências,
Universidade de São Paulo, Caixa Postal 11461, 05422-970 São Paulo, SP
E-mail 1: sbueno@usp.br

E-mail 2: sbueno@ib.usp.br

Telefone: (11)3091- 7627

(janeiro/1999)